Depois de confirmar o número de falecidos, o ministro do Interior, Nathi Mthethwa, acrescentou em declarações à imprensa a existência de numerosos feridos como consequência do persistente conflito.
Segundo versões jornalísticas, da sexta-feira passada até ontem os atos de violência tinham deixado um saldo de uma dezena de mortos, entre eles dois agentes policiais.
Nas últimas horas, grupos de homens armados com machados e paus se reagruparam fora das instalações da mina, explorada pela empresa britânica Lonmim, uma das maiores produtoras de platino no mundo, mostraram imagens televisivas.
Outros meios noticiosos coincidem em assinalar que o conflito, o qual se iniciou na sexta-feira passada após a deflagração de uma greve, teve sua origem em rivalidades entre os sindicatos Associação de Trabalhadores da Mineração e da Construção e a União Nacional de Mineiros.
Ambas as organizações sindicais mantêm tensões entre si há tempo já que disputam filiados em instalações mineiras, segundo informado.
O governo sul-africano, que lamentou a morte das pessoas, exigiu uma investigação para determinar os responsáveis pelos atos de violência ocorridos.


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