Entre as mais de 30 empresas e instituições listadas no jornal oficial da UE como alvos de congelamento de activos na Europa está a Companhia Nacional Iraniana de Petróleo (NIOC), uma das maiores exportadoras de petróleo do mundo, e a Companhia Petrolífera Nacional Iraniana.
Ambas são elementos vitais da indústria de petróleo do país, principal fonte de receita do governo, que está a ser alvo de sanções do Ocidente.
A sua importância aumentou nos últimos meses, com os governos na Europa e nos Estados Unidos a procurar limitar o acesso de Teerã ao dinheiro, forçando empresas ocidentais a interromper o comércio com o Irã e levando Teerã a depender mais de empresas domésticas.
Justificando a decisão, os governos da UE disseram que ambas as empresas, NIOC e NITC, providenciam suporte financeiro ao governo.
O Irã disse que as sanções não vão funcionar.
"Nós recomendamos que, em vez de tomar a abordagem errada e ser teimoso e usar pressão... eles possam voltar às discussões com uma abordagem lógica", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Ramin Mehmanparast, em conferência de imprensa.
Os Estados Unidos já impuseram restrições à NIOC no mês passado e colocaram a companhia petrolífera na lista negra.


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