Uma declaração desse organismo, divulgado pela agência de notícias KCNA, assinala que em 3 de setembro a Cruz Vermelha Coreia do Sul propôs um contato com seu similar do norte para oferecer ajuda sincera e sem condições", e que a parte setentrional se recuperasse dos danos das cheias.
O comunicado aponta que pesa à tensa situação entre as duas partes devido a "os imprudentes movimentos guerrilheiros" de Seul, a Cruz Vermelha Coreia Democrática acedeu a receber esse apoio para a volta à normalidade das áreas afetadas.
Não obstante, advertimos claramente às autoridades da Coreia do Sul que com essa proposta buscavam debochar do tema do socorro pelas inundações como têm feito em ocasiões anteriores, esse tipo de oferecimento era pior que enviar nada.
Mas em seu comunicado em 11 de setembro, diz a nota, esse organismo da Coreia do Sul voltou a insultar seriamente à RPDC ao oferecer uma ajuda irrisória, o qual demonstra que não tinham a menor intenção sincera de respaldar a recuperação das zonas danificadas pelas águas.
A declaração compara essa atitude com a de diferentes países e organismos internacionais que têm brindado ajuda sincera, e denúncia que inclusive Seul tem impedido que organizações não governamentais da Coreia do Sul cooperassem com Pyongyang. Acrescenta que ainda que tenham existido momentos de cooperação humanitária entre o norte e o sul da Coréia, "nunca tinha existido um grupo tão mesquinho como o grupo de Lê Myung Bak (presidente da República da Coréia), que se debocha do nobre espírito de humanitarismo da Cruz Vermelha".