Segundo a fonte, a Síria se tornou um "novo Afeganistão" para jihadistas. A maioria de rebeldes da Al-Qaida que operavam no Iraque estão se deslocando para o país, tendo como objetivo introduzir as leis de sharia na Síria, declarou um muçulmano tunisiano.
O líder dos salafistas jihadistas da Jordânia, Muhammad ash-Shaliabi, manifestou publicamente que mais de 100 mujahidin de seu movimento infiltraram-se nas tropas da Frente al-Nusra na Síria.
A Síria é vítima a mais de um ano do ataque de forças internas, apoiadas por Catar e Arábia Saudita, que agem pela derrubada do governo do presidente Bashar al-Assad.
Apesar das reformas políticas introduzidas pelo governo sírio, em negociações realizadas com a oposição não armada, os mercenários não cessaram fogo em nenhum momento, mesmo quando foi acordado o plano de paz sugerido por Kofi Annan, ex-representante da ONU na Síria para tentar chegar a um acordo de paz.
