"O regime sionista (por Israel) sabe que atacar o Irã é um desejo inalcançável, a menos que queira cometer um suicídio", expressou Vahidi ao denunciar as ameaças militares de Tel Aviv a Teerã, atiçadas a raiz da recente visita de um membro do governo estadunidense.
Sobre o tema, descartou que a República Islâmica se amedronta com a viagem pelo Médio Oriente semana passada do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, ocasião na qual alentou seu aliado israelense e países árabes a fechar filas contra a nação persa.
Vahidi fustigou também os complôs de Washington e Tel Aviv contra o governo da Síria, e os classificou como guerra psicológica destinada a romper o isolamento de Israel.
Mas apesar disso, sublinhou, os sionistas não podem ignorar "as realidades históricas e suas ineptidões inerentes".
As forças armadas do Irã estão plenamente preparadas para dar uma decidida resposta a qualquer intenção doente, sentenciou o ministro ao lembrar que a hostilidade dos inimigos deste país se alimenta de difamações sobre o programa nuclear pacífico.
O ocidente utiliza o argumento de que o programa atômico do governo iraniano pretende construir armas nucleares, e tem promovido sanções econômicas, financeiras e sobre o petróleo, apesar de Teerã reiterar seus propósitos civis e médicos.


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