Na maior aproximação a esta capital, em horas vespertinas deste domingo, unidades governamentais enfrentaram um grupo no bairro de Tadamón, no sudeste, que detonou várias bombas e alguns de seus membros foram presos.
Assim 18 armados rendeu-se às autoridades na localidade de Homs, a 162 quilômetros ao norte de Damasco.
Ontem ocorreram confrontos em Alepo, a 350 quilômetros ao norte de Damasco, no sul do país, em áreas da província de Deraa, em Idleb, onde as autoridades detiveram um transporte na estrada que une Frikeh com Shiekh Elias, na região de Yesser Shoughour, e ocuparam abundante parque.
Por outra parte, foram postos em liberdade 35 pessoas implicadas em ações armadas no país na província de Damasco Campo.
Neste domingo ocorreu a explosão de um armazém, no qual grupos terroristas fabricavam bombas na zona de Qusier, ao sudoeste da cidade de Homs, por causa do qual morreram vários armados e outros ficaram feridos.
Como fato significativo destacou a denúncia da chancelaria da Síria contra os que tratam de apresentar os confrontos a grupos armados, como o ocorrido na localidade de Tremseh, como massacres cometidos por forças governamentais.
Segundo o porta-voz ministerial, Jehad Makdesi, esses grupos "não creem no diálogo e a solução pacífica, senão em sequestros, assassinatos e terrorismo".
Explicou que o que alegaram alguns meios de informação sobre o uso de 150 tanques de guerra em um espaço tão limitado nessa aldeia é um desprezo à mente da gente e negou a utilização de helicópteros e artilharia pesada contra a população.
