Em 5 de junho quando estava junto a tres amigos, foi reconhecido por vários fascistas num mercado e começou um enfrontamento, no que os nazistas usarom punhos americanos, com o resultado de que um dos golpes fijo-o cair de costas a Clément com a má sorte de golpear-se na sua caida com um bolardo de ferro, o que provocaria a sua perda de conhecemnto e posterior morte.
Sete neonazis involucrados fôrom a posteirori detidos, entre eles o ejecutor do crime, com nacionalidade espanhola, membros do grupo ultradireitista "Joventude Nacionalista Revolucionária" moi activos nas últimas manifestaçons francesas contra os direitos de homossexuais e lésbicas.
A hipócrita casta política, pola sua parte, começou de imediato o seu circo de declaraçons de condena, começando polo alcalde de París, que mesmo assistiu a umha concentraçom na memória de Clément, quando o passado 12 de Maio permitira com toda naturalidade um desfile dos nazis de JNR (de quem, os agora detidos, formavam parte moi activa do seu corpo de guardas). Ou mesmo a fascista Marine Le Pen, quem se desmarca de todos esses grupos quando há testemunhas que confirmam que um dos agressores levava umha camisola da Fronte Nacional (segundo informaçom recabada de meios burgueses).
Istos medios burguese colaborárom com o seu habitual trabalho de desinformaçom buscando o morbo e o espectáculo (a isto sumam-se hoje os falsimedios espanhois ao dar-se a conhecer a origem espanhola do presunto assassino), e falando desde o primeiro momento dumha "briga entre extremistas", e tardando em confirmar a morte de Clément até quase 20 horas despois e dando cobertura, nesse tempo, ao líder nazi Batskin, para que contara ao vivo a sua conversa com os agressores na noite dos factos (quando ainda nom estavam identificados pola polícia).
O assassinato de Clément enquadra-se assim no contexto de violência que os grupos de extrema-direita levárom a cabo nos últimos meses, auspiciados pola direita parlamentar que promoveu o ódio aos homossexuais e lésbicas.
Há que dizer que em numerosas vilas e cidades de francia e outros lugares do mundo houvo concentraçons e manifestaçons de repulsa e em memória de Clément e que amanhá sábado há outra convocada em Paris que aguarda ser numerosa.
Um abraço moi forte para a sua gente e, daqui, toda a nossa solidariedade.