Nesta casuística estám coletivos como migrantes nom empadroados, pessoas adscritas a umha mútua, ou vítimas de acidentes laborais ou de tránsito que tenhem que ser cobertos por umha empresa privada de seguros. O montante total do dinheiro reclamado pola Junta na soma dos 285 casos ascende a uns 250.000 euros.
Embora a maioria das dívidas se situem arredor dos 350 euros, há faturas que chegam aos 30.000. O hospital credor da maior dívida viria ser o Geral Calde de Lugo, ao qual 102 pacientes deveriam uns 102.000 euros. O segundo posto é ocupado polo Complexo Hospitalar de Vigo, ao qual 35 pessoas teriam que pagar 52.000 euros.
Parece que o futuro da cobertura sanitária universal na Galiza se esteja a tornar incerto. Da Plataforma SOS Sanidade Pública, manifestam que "a política sanitária da atual Junta da Galiza está a deteriorar e fazer inviável economicamente o sistema sanitário público galego como passo prévio à sua privatizaçom, já que, com o argumento da crise, tomou duas decisons que suponhem um ponto de inflexom para o futuro da sanidade pública galega: reduzir o orçamento sanitário e dar entrada ao capital privado no financiamento e administraçom das novas infraestruturas sanitárias".


