Após a apresentaçom do companheiro Joám Lopes, tomou a palavra Francisco Pilhado, histórico do teatro galego e diretor de Edicións Laiovento que fijo umha pequena contextualizaçom da etapa da nossa história que nos ocupava.
A seguir, foi turma para o autor, que depois dumha breve introduçom à sua última obra deu paso ao público, com o que participou ativamente dum interessante colóquio no que se deu conta deste período crucial da perspetiva do cambio social, mas pondo em relevo também as altas doses de continuidade que o caraterizam. Continuidade percetível, entre outros indicadores, na pervivência até nossos dias das mesmas elites sociais e políticas -quer dizer, da burguesia- outrora beneficiária da ditadura, cujo modelo de dominaçom se viu reforçado através de um peculiar processo de 'transiçom democrática', por elas comandado, de consequências devastadoras para o futuro do País.
Desde a Artábria queremos agradecer à Associaçom de Vizinhança de Esteiro por nos permitir usar as suas instalaçons.

