Manolo Soto foi umha dessas pessoas que generosamente dedicárom os seus esforços a construir umha Galiza livre e justa desde diversos ámbitos, do político ao sindical passando polo cultural. Foi um dos impulsionadores da Sociedade Cultural e Desportiva do Condado e do Festival da Poesia, referentes da autoorganizaçom popular galega desde a década dos 70. Ele próprio participou no projeto de criar umha Federaçom de Associaçons Culturais a nível nacional, projeto que Amig@s da Cultura impulsionou na década de 1980.
Deixou-nos, pois, um companheiro, um galego dos que merecem o título de bom e generoso, um exemplo da Galiza rebelde que nom claudicou nem se integrou no podre regime que padecemos. Graças a pessoas como ele, o facho acesso da naçom continua a arder e a guiar-nos cara a liberdade.
Enviamos à sua família, amizades e companheiros/as todo o nosso carinho e apoio.

