Com comentários improcedentes sobre o caráter legal ou ilegal do protesto de trabalhadores e trabalhadoras em frente ao local onde o PP iniciava a sua campanha eleitoral no dia dos factos, o julgado de instruçom número 3 de Ferrol esquiva um compromisso em relaçom a uns factos concretos, parcialmente mostrados nas fotos difundidas no mesmo dia.
A cabeça aberta e a sangrar abundantemente pola inusitada violência, ameças e insultos registados no material audiovisual existente deveriam ser suficiente motivo para que as instáncias judiciais atuassem de maneira imediata contra os responsáveis da atuaçom repressiva que concluiu com o líder sindical detido.
Ainda mais graves som os factos relatados em pormenor por Pintos, que relatou os vexames, pancadas e ameaças recebidas na esquadra policial durante a noite de detençom que sofreu.
Nada disso parece servir para que o julgado apure responsabilidades, como tampouco os precedentes sobre violência policial existentes em grande número nos últimos meses. O maior valor atribuído à versom dos agressores enquanto “autoridades” serve ao julgado para condenar à indefensom o sindicalista e dar novos fôlegos aos responsáveis políticos e policiais das constantes agressons a trabalhadores/as e manifestantes.
NÓS-Unidade Popular manifesta o se rejeitamento à decisom judicial e apoia a decisom da CIG de continuar avante com os recursos necessários para que finalmente se faga justiça contra os responsáveis dos intoleráveis factos denunciados.
Assembleia Comarcal de Trasancos de NÓS-Unidade Popular.
Ferrol, 10 de janeiro de 2012

