Trás umha chamada ao domicílio fazendo-se passar por umha trabalhadora da USC com o fim de comprovar se o companheiro se atopava na casa, as duas pessoas timbrarom e incitarom-no a baixar. Estas duas pessoas que se apressentarom na sua casa eram umha mulher (galego-falante) e um home (com sotaque espanhol). Num parque cercano repetirom-lhe a proposta, que colaborara com o CNI. Ao respostar negativamente, adotarom um tono agressivo e ameaçante, chegando a afirmar que “o colaboras con nosotros o tus amigos te van a hacer la vida imposible, ya que tenemos grabaciones de los otros contactos, y van a pensar que eres un chivato”.
Os contatos aos que se referiam som do passado Maio, quando ao mesmo militante se lhe praticou um acosso continuado durante várias semanas, com sucessivas chamadas telefónicas e paradas pola rua. Este acosso rematarou ao recever contínuas negativas por parte do nosso companheiro. Meses mais tarde, passando só umha semana da detençom dos quatro companheiros e aproveitando o nível de tensom na militância, voltarom presioná-lo, demostrando que os serviços de informaçom espanhol ainda continuam com a tentativa de infiltrar “chivatos” no movemento.
Desde a AMI queremos apoiar totalmente ao nosso companheiro e denunciar estas práticas de acosso continuado às que se véu sometido, incluso na sua própria casa. Sabemos o dura que se volta às vezes a militância independentista, mas é o coraçom e a dignidade o que nos guia e impede que nos derrubemos e caiamos nas mesquinas tentaçons do inimigo. Queremos manifestar que este tipo de atitudes nom vam fazer fraquejar ao movimento independentista nos seus objetivos, que som a Independência e o Socialismo para esta Terra e o seu Povo.
Jamais colaboraremos com o inimigo!
A luita é o único caminho!
Foto: Ceivar - A polícia espanhola, sempre tam agarimosa com o ativismo galego.

