Nom podemos passar por alto que alguns meios de comunicaçom aproveitem para destacar certas questons no tratamento da notícia. Como já temos denunciado outras vezes, de NÓS-Unidade Popular achamos inadmisível que o violento assassinato de umha mulher no nosso país seja utilizado com fins xenófobos ou sensacionalistas que desviam a atençom de algo tam grave como é o terrorismo machista.
Novamente fazemos algumhas propostas urgentes como ponto de partida a ter em conta polas instituiçons em matéria de terrorismo machista. Algumhas destas medidas estám recolhidas na epígrafe específica do nosso Programa Tático para a Rebeliom Popular (PTRP), destacamos entre elas:
· Criaçom dumha rede de andares gratuitos para as mulheres vítimas da violência machista e também para as suas crianças (se tiverem), quando estas nom tenham outra opçom ou assim o solicitarem. Nunca com a obrigaçom do abandono da casa "familiar" ou esta medida suponha perda laboral ou distanciamento do círculos de amizades e família como apoio no processo.
· Serviço de emergência as 24 horas a disposiçom das mulheres que sofrem maus tratos.
· Aumento da aplicaçom de medidas preventivas como o "afastamento" para todos os casos de violência machista.
· Aplicaçom da Lei de proteçom de testemunhas às mulheres ameaçadas, se for necessário.
· Criaçom em todos os julgados do turno de ofício específico para mulheres, assim como outras medidas que garantam a segurança do processo de denúncia.
· Políticas laborais que garantam o acesso ao mercado laboral das mulheres agredidas, garantindo a sua independência económica.
· Seguimento psicologico e educativo para as mulheres.
NÓS-Unidade Popular chama a participar dos atos e mobilizaçons convocadas polo movimento feminista galego nos próximos dias. Insistimos na unidade e na auto-organizaçom das mulheres para combater um sistema opressor que nos leva tempo submetendo. É tempo de que o conjunto da sociedade tome consciência de género e avancemos firme e definitivamente cara umha sociedade igualitária.
Paremos o terrorismo machista!
Avante a luita feminista!!!
Galiza, 29 de março de 2013