A intençom da Junta de suprimir o Centro de Orientaçom Familiar (COF) do bairro corunhês do Ventorrilho, comunicada polo governo autónomo no mês de janeiro e no quadro dos agressivos cortes praticados no sistema de saúde galego, levantou inúmeras reaçons de rejeitamento nas mulheres da cidade.
Hoje, Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, convoca-se um protesto no Obelisco para denunciar esta nova agressom contra a saúde sexual e reprodutiva feminina. Várias entidades já comunicárom o seu apoio a esta concentraçom.
As mulheres da área da Corunha, cerca de 152.000 venhem aturando esperas de 6 meses a um ano, segundo indica o 15M da Ria. Ainda, o enorme volume de doentes fai com que neste momento nom se estejam a dar mais citas. O fechamento do COF do Ventorrilho dificultará, mais ainda, o acesso das mulheres corunhesas esse direito.
Polo seu lado, a Junta de Feijó atribue a decissom a umha suposta racionalizaçom de custos, e nom a vincula à Lei da Família aprovada polo ultradireitista PP. Essa lei atribue à família o papel de "núcleo fundamental da sociedade" e na prática tem-se caraterizado pola desmantelaçom da anterior e escassa estrutura de apoio à liberdade sexual e reprodutiva de mulheres, jovens e galegos/as em geral.
15M da Ria e mais entidades
O último coletivo que expressou a este diário o seu apoio à concentraçom foi o 15M da Ria, que compreende as e os ativistas desse movimento em Culheredo, Oleiros e Cambre. "As mulheres e a sociedade nom podemos permitir que os nossos direitos que tanto custou conquistar nos sejam arrebatados" -dizem no seu comunicado. Do 15M dizem que "o que esta a fazer o PP estatal e a Junta nom é outra cousa que aplicar as políticas decididas na UE para privatizar todos os nossos serviços e pagar a dívida".
Outras entidades já expressárom em datas anteriores o apoio à mobilizaçom contra o fechamento do COF.

