A vinculaçom que Mulheres Nacionalistas Galegas tem à causa soberanista, que considera como própria, nasce da análise da realidade do país a que pertencemos. Ao melhorarmos as condiçons de vida, as condiçons laborais, os serviços sociais... ao normalizarmos a nossa língua e a nossa cultura, ao contarmos com um poder político que for soberano e nos representar na comunidade internacional, as mulheres galegas como integrantes em 50% da populaçom deste país, imo-nos ver beneficiadas. A luita pola soberania nom garante por si própria um avanço para a nossa libertaçom, mas é umha realidade que nos atinge como parte do povo galego.
Partimos da base de que a actual situaçom económica, política e social tem diferentes respostas organizadas a distintos níveis, mas todas elas confluem, na teoria, no desejo de construir umha sociedade mais justa e, também, muito na teoria, na defesa dos direitos da Galiza.
Cumprem projectos transformadores que assumam os direitos das mulheres e recolham, das luitas feministas, todas aquelas alternativas que se elaboram para assegurá-los e defendê-los. Só desde a luita antipatriarcal e anticapitalista poderemos conseguir umha mudança radical desta sociedade e portanto é muito importante aprofundar na auto-organizaçom e nas formas de luita das mulheres para construir umha Galiza realmente livre e nom patriarcal.
Acreditamos que as feministas temos que dar uma resposta firme a toda a série de cortes que está a fazer o actual governo e que nos afectam muito especialmente. Por isto fazemos um chamado para que nos manifestemos conjuntamente e assim fazer visíveis as reivindicaçns que nos som próprias, para dizer alto e forte que nom estamos dispostas a perder os nossos direitos. É por isso que as MNG participaremos junto com Conas Ceives e outras organizaçons feministas do país conformando: #FeministasEmResistência
Esta é uma proposta aberta para que cada uma de nós faça o mesmo apelo. Animádevos a participar fazendo-o próprio e difundindo este chamado por todas as vossas redes de contactos.
Juntas podemos, avante a luita feminista!!


