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gallardonGaliza - Nós-UP - No mês de fevereiro conhecíamos a intençom do Partido Popular de modificar a Lei do aborto através de umhas declaraçons do ministro de justiça Alberto Ruiz-Gallardón, que adiantava a intençom de reformar a lei de prazos, que suporia voltar a algo muito similar ao regulamento do ano 1985. Há que ter em conta que até 2010 as mulheres só podiam interrumpir a gravidez em caso de violaçom (semana 12 de gestaçom), quando existia risco de saúde física e/ou psicológica ou em caso de malformaçons (semana 22).


As declaraçons oferecidas por Gallardón a um jornal espanhol no dia de ontem adiantavam algo mais da reforma que será aprovada em outono, as malformaçons fetais nom serám suposto de aborto.

O ministro chegou mesmo a afirmar recentemente que esta reforma seria o mais progresista que fijo na sua vida, transmitindo, se calhar, ainda mais indignaçom entre as mulheres, que vemos como ano tras ano em troca de vêr como ser afiançam os direitos que já tínhamos conquistados temos ante nós possívelmente o primeiro passo cara a proibiçom total do aborto.

Cumpre destacar que todo isto chega num momento especialmente preocupante, pois há só uns dias fazia-se pública a reforma da Lei de dependência, que dificultará ainda mais o aceso a ajudas que sem dúvida derivarám das restriçons à interrupçom da gravidez.

De NÓS-Unidade Popular rejeitamos esta e qualquer reforma que atente contra o nossos direitos sexuais e reprodutivos. Aproveitamos também para fazer um apelo à participaçom das mulheres nas diferentes convocatórias que tenham lugar no nosso país com motivo dos cortes de direitos, destacando a necessidade de fazer-nos ouvir mais do que nunca para que o peso da crise nom recaia sobre nós e deixemos de suportar todo tipo de retrocessos derivados de políticas machistas e retrógradas de governos fascistas.

A luita é o único caminho!

Independência, socialismo e feminismo!

Direçom Nacional de NÓS-Unidade Popular

Galiza, 22 de julho de 2012


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