Comecemos polas ilhas Baleares. O seu governo está a colocar a hipótese de que os manuais escolares do próximo ano letivo estejam disponíveis em 'balear', com as suas variantes em maiorquino, menorquino e eivissenco. Um dos objetivos é combater o pancatalanismo.
Desçamos um bocado, até Valência. A sua Generallitat negocia com a sua homóloga catalã a receção recíproca da TV3 e de Canal 9. A valenciana afirma que só acederão a os seus administrados verem a TV3 se se respeitarem as senhas de identidade de Valência. Um dos pontos de fricção é que o mapa climatológico da TV3 não inclua Valência e Baleares.
Acabemos com a melhor. O governo de Aragão acaba de derrogar a tímida lei de línguas vigente. Na nova não existe mais o aragonês e o catalão. O primeiro chama-se agora LAPAPYP, siglas de “lengua aragonesa propia de las áreas pirenaica y prepirenaica”. A segunda chama-se LAPAO, em extenso “lengua aragonesa propia del área oriental”.
Na manife do dia 17 de maio, a AGAL e a Pró- assistem e convocam sob o lema x100. Perante a estratégia de dividir promove-se multiplicar por cem, de 2,7 para 270 milhões.
Seja então, X100 ou LNOEDPDE?
O nosso lugar no mundo ou “Lengua del noroeste de España desligada del portugués y dependiente del español”.


