A acusaçom baseia-se na manifestaçom popular contrária à manifestaçom de caráter fascista que pretendia a desapariçom da nossa língua.
O 8 de Fevereiro de 2009 o espanholismo saia a rua baixo o amparo da plataforma fascista “Galicia Bilingüe”. As suas intençons, acabar com o uso do galego, restringindo-o a um âmbito familiar, deixando ao castelhano como única língua de prestígio. Desta mobilizaçom fascista participarom organizaçons espanholas como Falange Española de las Juntas de Ofensiva Nacional-Sindicalista (FE de las JONS), Unión Progreso y Democracia (UPyD) e vários dos dirigentes do Partido Popular (PP). Para reforçar o número das pessoas que paricipavam na mobilizaçom, estas organizaçons colaborarom com a chegada de vários autocarros de fora da Galiza.
Para respostar a esta mobilizaçom fascista, o povo galego saiu à rua. Centenas de galegas mobilizarom-se para denunciar esta brincadeira fascista. Com esta resposta popular colocamos a defesa da nossa Terra e da nossa cultura por riba de todo. Por este motivo, multidom de galegas forom golpeadas, identificadas, detidas e criminalizadas, enquanto os verdadeiros culpáveis (os fascistas) forom escoltados pólas forças de choque da polícia espanhola. Doze das galegas que se manifestarom esse dia forom imputadas num macro-processo contra as defensoras do idioma, oito forom detidas no mesmo dia, e quatro forom imputadas posteriormente, entre elas Roberto Fialhega “Teto”, seqüestrado desde o ano passado polo estado espanhol. Este coletivo de processadas pediu o apoio de diferentes organizaçons e coletivos do nosso pais num manifesto de solidariedade com as processadas.
Desde a AMI denunciamos a pratica dos juízos políticos por parte do estado, neste caso por defender o galego. Mas também nos reconfortamos com os exemplos de luita que praticam as galegas defendendo a nossa Terra, a nossa Cultura e ao nosso Povo.
Contra a repressom espanhola solidariedade galega!
Na Galiza só em galego! Defender a língua nom é delito!

