Pouco mais tarde das 12:30, junto às companheiras de CNT, Assembleia Aberta e Assembleias de Estudantes de Compostela, partia da Praça 8 de março a manifestaçom com o lema “Na defesa das nossas vidas. Seguimos na luita”. Fôrom cerca de um milhar as pessoas que acompanhárom a nossa marcha, enchendo com multiplicidade de cores as ruas de Compostela, num protesto onde fomos assinalando todos os símbolos da opressom que sofrimos neste sistema económico em permanente e agudizada crise.
Houvo espaço para denunciar a banca como acubilho para os vendadeiros ladrons, estafadores e criminais destes tempos. Reclamamos o cesse imediado da ofensiva machista ditada pola Conferencia Episcopal, assim como a resposta das pessoas migrantes ao empoderamento das políticas xenófobas, bem representada no infame Decreto de restriçom dos serviços sanitários.
Tamén chamamos à resposta ativa fronte a privatización de serviços básicos, nomeadamente o ensino, por mor da vindeira folga xeral educativa convocada para o dia 9 de Maio.
No peche, os coletivos convocantes reflexionaron arredor do complexo momento que estamos a vivir, sinalando acertos e erros que nestes meses de luita nas ruas están a sucederse. Por parte da CUT, as companheiras Mári Fidalgo e Brais Gonçales deron leitura a un texto coletivo celebrando a rebeldía das e dos presentes e chamando a incrementar a atividade militante em todos os eidos.
A seguir, começou a jornada de lazer. Primeiro, com um jantar e convívio no local da Associaçom Itaca, seguido de teatro e música na Gentalha do Pichel.
Da assembleia de Compostela da CUT transmitimos os nossos parabéns a todas as ativistas envolvidas na organizaçom e chamamos a dar continuidade e intensificar a luita nos próximos meses.

