A militáncia da esquerda independentista participou de maneira ativa fazendo um apelo ao sindicalismo nacional e de classe para que convoque umha nova Greve Geral que derrote na rua as políticas anti-sociais que Espanha e o capitalismo estám a implementar. Em todas as localidades foi distribuído o manifesto difundido pola nossa organizaçom com motivo deste 1º de Maio
Em Vigo tivo lugar a mobilizaçom mais numerosa das convocadas pola CIG nas diferentes cidades da Galiza. A esquerda independentista saiu passadas as 11.30hs da Dobrada, com cortejo próprio conformado por três faixas e dúzias de bandeiras. O bloco abria-o umha fileira de cartazes de paus que assinalavam os diferentes responsáveis pola crise económica que está sofrer o proletariado galego.
A continuaçom, umha faixa com a legenda escolhida pola nossa organizaçom para este 1º de Maio, exigindo a demissom dos corruptos Feijó e Rajói. O cortejo completou-se com a faixa da organizaçom juvenil BRIGA e a da Corrente Sindical Anticapitalista, bem como bandeiras vermelhas e lilás.
Militantes da Assembleia Comarcal de Vigo aproveitárom a mobilizaçom para repartir maciçamente o último número do Faro Obreiro.
“Nós emigrando, eles roubando”, “A luita é o único caminho”, “Feijó, Rajói demissom!” ou “Espanha é a nossa ruína”, fôrom as palavras de ordem mais repetidas, junto a aquelas que pediam a convocatória dumha nova greve geral.
Quando a cabeceira da manifestaçom chegava ao cruzamento da rua Colom, dous militantes da Unidade Popular despregavam numha andamiagem umha faixa de uns 5 metros de altura, exigindo a demissom do narco-presidente autonómico e do presidente espanhol.
Ao finalizar a mobilizaçom tivo lugar um jantar de confraternizaçom no C.S. Lume!
Na Corunha, decorreu a segunda das manifestaçons mais numerosas do sindicalismo nacional e de classe, que saiu por volta das doze e um quarto da Praça de Vigo.
“A luita é o único caminho”, “Nom pode ser, obreiros na cadeia, corruptos no poder” ou “Contra Espanha, contra o capital: greve geral” fôrom algumhas das palavas de ordem mais coreadas polo cortejo da esquerda independentista e socialista na cidade herculina, que marchava atrás de umha grande faixa com a legenda da campanha.
Em Ponte Vedra, a mobilizaçom, que concluiu na Praça do Teucro, foi mais numerosa que em anos anteriores. A nossa militáncia participou com bandeiras e repartiu-se maciçamente o manifesto editado pola nossa organizaçom para esta data.
Em Compostela, a manifestaçom partia da central Praça Vermelha, juntando vários milhares de pessoas. A esquerda independentista participou atrás da faixa da nossa organizaçom sob a legenda “A luita obreira e popular é o único caminho”.
“Contra a crise, contra o capital luita obreira, luita nacional”, “PSOE, PP a mesma merda é”, “Independência” ou “Espanha é a nossa ruína”, fôrom as palavras de ordem mais repetidas polos participantes no bloco independentista.
Já em Ferrol, a manifestaçom começou passadas as 12.15 do Local da central sindical, sob umha ligeira chuva. Também na cidade departamental a esquerda independentista conformava bloco próprio, encabeçado pola faixa da nossa organizaçom, seguida por dúzias de bandeiras vermelhas, lilás e da Pátria.
"O amigo de Marcial afunde o naval", "Feijó presente, narco-presidente", "Espanha é a nossa ruína", "CCOO-UGT sindicatos do poder", "Queremos trabalhar e nom emigrar" fôrom algumhas das palavras de ordem mais repetidas o longo do percurso até o Cantom de Molins.
No ato final, em que intervinhérom os dous porta-vozes comarcais, o companheiro Anjo Xesus Lopes Pintos lembrou os seis independentistas galegos seqüestrados polo Estado em diferentes prisons espanholas, exigindo também o fim do tribunal de exceçom espanhol.

