PP puxo a nota de cor aproveitando o seu rol na oposiçom, para demagogicamente desmarcar-se completamente das políticas de drásticos recortes e direitos que vem de realizar ao longo de todo Estado espanhol, incluídas as hegemónicas na Junta da Galiza.
Como todo escándalo mediático esta medida vem acompanhada da sua correspondente cortina de fumaça: para 2013 nom aumenta a de por sim injusta taxa da água; nem o de por sim abusivo preço do Vitrasa, já amplamente denunciado pola Assembleia Comarcal de NÓS-Unidade Popular; tampouco aumentam os preços nos serviços de escolas infantiles municipais ou na assistência domiciliária. Ficam exentos do pagamento da taxa do lixo diferentes coletivos: desempregad@s de longa duraçom, familias monoparentais ou maiores de 65 anos que vivem sós. Esta suba também vem acompanhada da exençom de todos os impostos municipais concedidos a familias e familias numerosas com baixos ingressos.
O governo viguês aprovou 25 de outubro a baixada das taxas de atividade para pequenos e grandes negócios até 90%, e o desconto em 10% na taxa do lixo aos afetados pola suba do IVA do 8% ao 21% aprovada polo governo de Rajoi.
Um dia depois os indicadores de emprego para o terceiro trimestre do ano, acabam de monstrar que a populaçom com emprego segue descendo desde 2009, sendo menor que a populaçom adulta laboralmente inativa. O Concelho de Vigo atingiu a terrível percentagem de 24,2% de desempregad@s, a pior cifra dos grandes concelhos da Galiza. Emprestemos especial atençom com este dado: umha pessoa de cada quatro que tenhem que trabalhar carecem desse direito. Nunca tais índices de desemprego conheceu Vigo.
Mais umha vez com estes dous desfavoráveis dados para a povo trabalhador, pom-se de manifesto onde é centram os esforços todos e cada um dos grupos políticos do governo municipal: na política da manipulaçom dos meios, na política do descrédito de uns grupos face outros, na política de olhar sempre a manter ou aumentar o número de escanos, na política de nom ser quem de achegar qualquer soluçom à decadência sistémica imperante; eis o funcionamento da política burguesa.
Hoje, com mais razons do que nunca, da Assembleia Comarcal de NÓS-Unidade Popular insistimos em que a luita é o único caminho, é momento para a rebeliom popular.
Foto: Nós-UP


