Fotos remetidas polo fotógrafo Susete ao Diário Liberdade.
Representantes das centrais convocantes marchárom em cabeça atrás de umha faixa com a legenda "Querem afundar a comarca. Impidamo-lo".
Trabalhadores e trabalhadoras de Navantia e das auxiliares respondêrom em massa, apesar da chuva, contando com o apoio das famílias, de trabalhadores e trabalhadoras doutros setores e do movimento popular que também saiu às ruas em apoio ao setor naval, um dos centrais da economia comarcal trasanquesa. Operários e operárias de Poligal, de Narom, também estivérom presentes, reclamando a anulaçom do ERE e a investigaçom do grupo Inverama, proprietário da firma fabricante de plásticos. A depuraçom da ria e outras reivindicaçons comarcais tivérom também espaço na manifestaçom unitária de ontem.
A grande manifestaçom partiu polas oito da tarde da praça do Inferninho em direçom ao centro da cidade, atravessando a estrada de Castela e a Porta Nova, concluindo na praça do Concelho, onde, como noutras ocasions, o escritor Antom Cortiças leu o manifesto conjunto, no qual se criticavam "as promessas, cortes, incumprimentos e mentiras" dos governos central e autonómico em relaçom à cidade e à comarca.
"Nom o podemos suportar", clamou Cortiças, "nom permitamos que a extrema-direita nos roube os direitos".
Ontem foi o terceiro dia da semana em que o pessoal de Navantia e das auxiliares se mobilizou, depois da marcha conjunta e também multitudinária da segunda-feira em apoio dos trabalhadores do setor público e da concentraçom de ontem no recinto feiral da Malata, onde o candidato do PPdeG, Alberto Núñez Feijó, participava no comício central do PP na cidade de Ferrol.

