O ministro da Economia, Luís de Guindos, e a ministra da Sanidade, Ana Mato, dérom diferentes indícios de novos e importantes cortes de serviços públicos e prestaçons sociais, se bem só se tornarám efetivas depois das eleiçons galegas e bascas.
De Guindos deu um trimestre como período de referência para continuar a avançar no desmantelamento do chamado Estado providência, "se nom se conseguir emprego e crescimento económico" (sic). Parecia que estávamos a escuitar falar o homem do tempo sobre um prognóstico incerto no qual nom cabe interferência humana, mas nom, era o máximo responsável da pasta de Economia no governo de Mariano Rajoi, a falar diante dos deputados e deputadas do Parlamento espanhol.
"A falta de crescimento e de emprego pom em risco o Estado Providência", daí que de Guindos apelasse à necessidade da cascata de medidas impostas polo governo do PP e desse a entender que vam continuar nos próximos meses.
Novas reduçons nos serviços de saúde
A ministra da Sanidade, Ana Mato, anunciou umha "revisom" da "carteira de serviços básicos" oferecidos polo sistema de saúde público no Estado espanhol, mas dixo que isso só se anunciará "no fim de outubro ou começo de novembro", quer dizer, umha vez que tenham passado as duas eleiçons pendentes, nomeadamente as galegas, em que o PP pom em jogo a sua maioria absoluta.
Mato aludiu à reduçom do número de operaçons cirúrgicas, à "racionalizaçom" das fecundaçons e a cortes na atualmente sistemática prevençom do cancro de mama, reduzindo o número de mamografias: "Vam fazer-se só quando o médico o julgar estritamente necessário", dixo a ministra direitista.
Núñez Feijó nom se afasta um milímetro do guiom
A brutal ofensiva neoliberal está a provocar alguns protestos mesmo nas fileiras da dirigência do próprio PP, como aconteceu dias atrás com o presidente da Estremadura em relaçom ao aumento do IVA, anunciando que na sua Comunidade Autónoma nom iria ser aplicado aos produtos culturais.
No entanto, Núñez Feijó, presidente da Junta da Galiza e candidato a renovar o cargo no próximo dia 21 de outubro, mantém uma posiçom "ortodoxa" de apoio aos setores oficiais e mesmo aos mais ultras do PP, um dado a ter em conta na hora de calcular o que poderá acontecer a partir do dia 22 de outubro na Galiza.


