A escolha de Sam Genjo nom foi casual, já que é destino de férias da burguesia galega e a intençom da manifestaçom de hoje foi mostrar que a luita dos milhares de galegos e galegas enganadas polos bancos mantém força e vigência.
A polícia local de Sam Genjo contabilizou 5 mil participantes na manifestaçom de vítimas dos chamados bónus preferentes, através dos quais milhares de galegos e galegas perdêrom as suas poupanças enganadas por várias entidades financeiras.
A média de idade das pessoas participantes foi bastante elevada, já que em muitos casos se trata de pessoas idosas que guardavam numha conta o dinheiro poupado numha vida de trabalho e que fôrom enganadas, perdendo o acesso ao dinheiro.
O lançamento de ovos às sedes bancárias e as palavras de ordem exigindo soluçons políticas caraterizárom a mobilizaçom desta manhá, na qual participam sobretodo pessoas das comarcas do sul, nomeadamente do Salnês e do Morraço Morrazo, mas também procedentes de Ferrol, Corunha, Vigo, Ourense e Baixo Minho, entre outras comarcas do País.
O coletivo de atingidos pola fraude das preferentes rejeitou o laudo parcial que tenta devolver umha pequena parte do dinheiro roubado, exigindo umha soluçom global para todas as pessoas enganadas polos bancos. Nom faltárom as críticas ao poder político, na Galiza em maos do PP, pola falta de compromisso na hora de exigir umha soluçom aos bancos responsáveis pola grande operaçom de fraude bancária.
A devoluçom de 100% das poupanças roubadas e o rejeitamento à arbitragem, que só daria resposta a 10% das 43.000 pessoas reconhecidas como afetadas, continua a ser o eixo das constantes mobilizaçons das vítimas das preferentes.