No caso da Corunha, a ocupaçom e as constantes palavras de ordem das pessoas participantes obrigárom a fechar a sede da rua Nova. Ana Cedeira, em representaçom das pessoas mobilizadas, declarou que querem que os banqueiros e a Junta entendam que o coletivo está mais unido e mobilizado que nunca, e que querem soluçons já, que passam porque se lhes devolva o dinheiro bloqueado nas contas dessa e doutras entidades financeiras.
Também em Compostela conseguírom aceder às instalaçons da sede central de Nova Galicia Banco, para exigir a devoluçom de 100 % das suas poupanças, e gritando "Aqui está a cova de Ali Babá".
O guarda de segurança da empresa nom conseguiu conter as e os integrantes da Plataforma de atingidos polas preferentes na comarca de Compostela. A segurança privada ameaçou com umha denúncia e ligou à polícia espanhola, que se deslocou ao lugar onde se desenvolvia o protesto coletivo.
Tal como na Corunha, o porta-voz da plataforma em Compostela, José Palácio, declarou que a principal demanda é "uma soluçom política", através da intervençom do Ministério da Economia ou do próprio presidente do Governo espanhol se for preciso.
"Necessitamos umha soluçom satisfatória porque somos aforradores e nom podem tratar-nos como se fôssemos uns investidores", acrescentou o porta-voz.
A plataforma confirmou a sua assistência à manifestaçom programada para amanhá em Sam Genjo, que terá caráter nacional com representantes toda a Galiza. A escolha do local explicárom-na os próprios afetados: "É o lugar onde passam férias muitos dos responsáveis da banca espanhola".

