Desde o passado mês de setembro, estima-se em mil o número de trabalhadores e trabalhadoras que perdêrom o posto de trabalho no setor, dos quais 500 no último mês. Mais 500 estám em processo de serem despedidos e despedidas nestes dias, se nom houver novidades que incluam encomendas de novas cargas de trabalho que nom chegam.
Isso nom é todo: desde o próximo setembro, começará umha acelerada destruiçom de mais 2 mil postos de trabalho, enquanto as diferentes instituiçons públicas só apresentam boas palavras e nulas açons perante a situaçom que enfrentam milhares de famílias de Ferrol, Fene e restantes concelhos de Trasancos.
As mobilizaçons continuam e hoje mesmo houvo umha marcha de delegadas e delegados sindicais, para denunciar que "enquanto o Governo destina milhares de milhons para financiar os bancos, só pom problemas para as empresas produtivas e non se pronuncia sobre o dique", em referência ao projeto de dique flutuante que poderia vir a dar novo trabalho no setor durante uns 28 meses para mais 500 pessoas, se se confirmar a contrataçom reclamada há um ano e meio.
O PP e os bancos fôrom o principal alvo do protesto dos trabalhadores e trabalhadoras, que se concentrárom em frente da sede do Partido Popular, e no interior dos locais de Bankia e Novagalicia em Ferrol, onde deixárom sacas de euros falsos, coreando palavras de ordem reclamando o dique flutuante e o direito à estabilidade laboral, tais como "O dinheiro para Navantia e nom para Bankia".

