Assim o asseguram num comunicado assinado polo Presidente e o Secretário do Comité de Empresa, que o sindicato CUT fixo chegar ao Diário Liberdade. O texto destaca as dramáticas consequências de um ERE de intençons mais do que duvidosas, em razom à composiçom do quadro de pessoal da empresa.
Reproduzimos a seguir o documento recebido:
O Presidente e o Secretário do Comité de Empresa de Panrico S.A.U Santiago, perante a apresentaçom de um ERE extintivo para 100% do quadro de pessoal e o encerramento da planta,
Comunicamos o seguinte:
Criemos firmemente nas possibilidades da viabilidade desta planta com carga de trabalho, que abastece completamente o mercado galego.
Denunciamos que o intuito do grupo Panrico, como pudemos comprovar na documentaçom achegada pola empresa ao comité, passa por desviar esta carga de trabalho para as plantas de Puente Genil (Cordoba), Paracuellos del Jarama (Madrid) e Santa Perpètua de Mogoda (Barcelona).
Por isso tudo, solicitamos desde aqui, e através das reunions pertinentes, a atuaçom ativa e efetiva das administraçons competentes, nomeadamente da Cámara Municipal de Santiago, em particular do Presidente da Cámara da Cidade, da Junta da Galiza, da Conselharia de Trabalho e da Conselheira Beatriz Mato.
Solicitamos-lhe à Junta da Galiza que analise as subvençons outorgadas nos últimos anos a esta Empresa e os possíveis compromissos adquiridos por ambas as partes.
Queremos também clarificar os seguintes pontos:
- O Comité de Empresa e os trabalhadores mediante assembleia nom tratáram nem propugérom a dia de hoje nengum tipo de mobilizaçons.
- A Empresa leva arraigada na Comarca cerca de 40 anos e é umha das primeiras que se instalou no Polígono do Tambre, portanto supom a perda de um referente industrial da cidade de Santiago.
- Este encerramento afeta na sua maioria trabalhadores com escassa formaçom e idades muito difíceis para reincorporarem-se no mercado laboral, o qual supom por sim umha situaçom mais complexa e dramática ainda.
Foto: EP

