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uniuniGaliza - Universidade de vigo - Representantes sindicais do persoal do cámpus vigués liderárom quinta-feira o protesto de paneladas com a que expressárom a sua rejeiçom aos cortes anunciados polo Governo que consideram “suponhem umha involuçom nas condiçons laborais e salariais". Perante alguns centros de trabalho do cámpus os empregados públicos deixárom patente ao som das panelas e outros objetos metálicos utilizados para o protesto a sua oposiçom às medidas adoptadas polo executivo, ao tempo que reivindicárom a figura do trabalhador público, “uns assalariados mais que fam possível com o seu labor que o Estado funcione”, assinala Henrique Macias, membro da Junta de Pessoal da CIG. Funcionários que lamentam o desprestígio que de alguns ámbitos se está a realizar do seu trabalho que agora se mira, além do mais, diretamente afetado por alguns cortes como a eliminaçom da paga extra de Natal. “Levávamos meses conscientizando os trabalhadores e trabalhadoras que isto podia piorar e agora miramos como o Governo aproveita a passividade da sociedade para cortar direitos”, denuncia Macias que apela mais que nunca à unidade da classe trabalhadora.


“Os trabalhadores públicos e os setores menos favorecidos como desempregados e aposentados estám a suportar o pior das medidas adoptadas polo PP”, assinala Paulo Álvares, delegado de UGT que aponta que há alternativas a esta política de cortes continuados. “Cumpre perseguir a fraude e nom incrementar um imposto injusto que afeta todos como é o IVA”, aponta Álvares que anima ao funcionariado das universidades a participar ativamente das açons de protesto que contra os cortes se estám a desenvolver.

Amanhá os funcionários voltarám a protagonizar umha nova “sexta negra” de protesto dos empregados públicos da Universidade que também estám convocados às manifestaçons que esta tarde percorrerám as ruas das principais cidades da Galiza sob a legenda Nom ao saque do povo. Há que impedir que nos arruínem.


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