first
  
last
 
 
start
stop
Arquivado em: CUT  Rajoi  PP  cortes  capitalismo  crise  
1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 (0 Votos)

punho cut greve geral galizaGaliza - CUT - A CUT, junto a outras organizaçons sindicais e sociais, organiza nas cidades de Vigo e Compostela e na vila de Cangas mobilizaçons a vindouro quarta-feira 18, em resposta aos cortes aprovados no Conselho de Ministros da passada sexta-feira, ao tempo que fazemos um chamado conjunto a "rachar as cadeias do Capital" e a teimar sindical e socialmente na necessidade de umha nova greve geral.


Em Vigo, ao meio-dia às portas da Junta da Galiza. Em Compostela com a CNTna Praça da Galiza às 20 horas, coincidindo com a concentraçom às portas da Cámara municipal em Cangas na mesma hora. Estas som as mobilizaçons programadas com as que o sindicalismo combativo quer deixar clara a sua vontade de mobilizar-se permanentemente e de nom dar nem um só passo atrás frente às agressons do Capital.

"Estamos fartas e fartos. Mas nom nos pode a fartura ou o cansaço. Estamos fartas e fartos de que umha minoria passe por riba de nós com o rolo do seu lucro. A minoria proprietária do Capital, voraz, comprometida em afogar na fame o povo trabalhador inteiro. A cousa está clara, ou eles, ou nós"

Ou a sua violência, os seus cortes de serviços públicos, a sua supressom dos nossos direitos sociais, a sua maneira de roubar-nos os aforros, de seqüestrar o futuro dos e das que venhem, a sua subida do IVA, da luz, da água. O seu berro de “todo para a banca”. A sua maneira de destruir pobos inteiros, de reventar a vida das trabalhadoras e trabalhadores condenados como estamos à cadeia dos piores trabalhos nas piores condiçons. As suas pensons de miséria, a sua supressom das prestaçons de desemprego, a sua condena à miséria e à dependência para a gente mais moça, para a mais velha. Ou eles com a sua polícia e a sua repressom, com os seus exércitos e os seus juízes. Com a sua corrupçom e com a sua vontade de proibir-nos a greve. Com o seu pacto social, com o seu patronato e com a sua violência patriarcal. Com a sua eliminaçom dos convénios e com a reduçom de salários. Ou eles condenando-nos à mais dramática das misérias sociais para incrementar o seu Capital, para continuar a se lucrar com o nosso trabalho infadigável. Ou eles reventando o futuro às nossas moças e moços, aos nossos filhos e filhas e expulsando-nos também das nossas casas.

Ou eles… ou nós. Nós luitando por um reparto do trabalho, por um reparto da riqueza. Os trabalhadores e trabalhadoras luitando juntas e juntos polo nosso futuro, sem subsídios, organizadas, sem medo. Nós, com as nossas greves com as que mudá-lo todo. Com a coragem e com a firmeza das que nom temos nada por perder e todo por ganhar. Com a sinceridade de quem nom quer já mais miséria na sociedade. Das e dos que queremos ser livres, romper as cadeias, fazer saltar polos ares este sistema de injustiça e de domínio. Das e dos que queremos estar na rua porque a rua é nossa, de todas e todos. Porque ninguém se vai apropriar já mais nem parasitar mais o nosso trabalho. Porque ninguém lhe vai dar à classe trabalhadora liçons de democracia. Porque apostamos pola emancipaçom das mulheres.

Nós, porque cremos que é possível um sindicalismo combativo, que defenda os nossos interesses e que nom nos venda, fraternal e igualitário, construído por trabalhadoras e trabalhadores do común. Coma ti. Como nós. Nós, defendendo-nos com dignidade e contundência da sua violência. Nós porque queremos um mundo melhor, e porque somos a maioria e somos quem criamos a riqueza que outros devoran.

Nom podem connosco, companheiras e companheiros. Un sistema social construído para a classe trabalhadora, ao serviço dos nossos interesses e necessidades, para as nossas filhas e filhos. Baseado na democracia económica radical, na igualdade política e na soberania dos povos e dos corpos e na autoorganizaçom. Umha nova sociedade para o apoio mútuo, a justiça social e ambiental.

Esse sistema está a ser construído agora. Maos à obra, pois. Forte. Sem medo!"


Diário Liberdade é um projeto sem fins lucrativos, mas cuja atividade gera uns gastos fixos importantes em hosting, domínios, manutençom e programaçom. Com a tua ajuda, poderemos manter o projeto livre e fazê-lo crescer em conteúdos e funcionalidades.

Microdoaçom de 3 euro:

Doaçom de valor livre:

Adicionar comentário

Diário Liberdade defende a discussom política livre, aberta e fraterna entre as pessoas e as correntes que fam parte da esquerda revolucionária. Porém, nestas páginas nom tenhem cabimento o ataque às entidades ou às pessoas nem o insulto como alegados argumentos. Os comentários serám geridos e, no seu caso, eliminados, consoante esses critérios.

Código de segurança
Atualizar

first
  
last
 
 
start
stop

Quem somos | Info legal | Copyleft © 2010 Diário Liberdade.

Contacto: diarioliberdade [arroba] gmail.com

Desenhado por Eledian Technology

Aviso

Bem-vind@ ao Diário Liberdade!

Para poder votar os comentários, é necessário ter registro próprio no Diário Liberdade ou logar-se.

Clique em uma das opções abaixo.