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160512 desempGaliza - Briga - Com o novo mês, BRIGA edita o quinto número da folha agitativa nacional, o A Pé de Rua, que alcança o número 13.


Nela expomos de jeito público o nosso posicionamento ante a indubitável e alarmante crise que padecem as classes populares galegas, nomeadamente a sua juventude e mais dramaticamente as mulheres.

A opiniom da juventude independentista e socialista galega sobre algo tam importante como o nosso presente em matérias como a sociolaboral, a educacional ou a sanitária, deve fortalecer-se para favorecer as correntes críticas de expressom política entre a juventude frente ao anódino sofrimento sem resposta que pretendem inculcar-nos.

Eis o texto na íntegra:

O capital e o governo nom param! Há que pará-los!

Desemprego juvenil, pobreza e emigraçom

A princípios deste ano 77.400 jovens trabalhadoras/es da Galiza estavam no desemprego (33% da juventude trabalhadora). Destas/es, um/ha em cada cinco som jovens que estam procurando o seu primeiro emprego. Isto é consequência da política económica e social de rapina aplicada durante décadas no nosso País polo Estado espanhol. Situaçom que se agudiza nesta crise, onde todas e cada umha das reformas em matéria laboral ou económica aprovadas polos governos do Estado espanhol acentuam o problema, longe de arranj-lo.

Qual é a soluçom dos empresários e do PP ? Que emigremos. Nom lhe som suficientes as/os 40.000 jovens menores de 34 anos que entre o ano 2008 e 2010, tivrom que marchar do nosso País em procura dum posto de trabalho. Em definitivo, a sua única vontade é sacar-nos do meio.

Suba de taxas universitárias: elitizaçom do ensino

Há um ano, o atual Secretario Geral de Universidade Díez de Castro, defendia a suba de taxas universitárias dizendo que "os preços baixos som antisociais" porque " beneficiam as classes médias e altas que achegam o mesmo que as famílias sem recursos". É assim como pensam os sem-vergonhas capitalistas do governinho galego e os seus homólogos espanhóis.

20 de abril o PP aprovava a suba de taxas dos estudos universitários. Feijó nom tardou em anunciar que cumpriria com a medida, que supom um incremento de 66% (540 € na primeira matrícula) e até 800% nas sucessivas, onde na quarta @ estudante teria que sufrgar o custo completo da mesma. Em definitivo, procura-se vetar o ensino superior ao estudantado galego do povo trabalhador ao fazer inassimiláveis os preços universitários.

Sem sanidade pública para as/os jovens maiores de 26 anos que procurem o seu primeiro emprego

26 de abril aprovava-se a reforma da sanidade pública. Um passo mais face a privatizaçom dos serviços sanitários. Com a reforma, as/os jovens maiores de 26 anos que nom quotizassem nunca à Segurança Social terám que pagar para ser atendidas/os no SERGAS. Na Galiza, esta medida afeta umhas 3.800 jovens e uns 2.100 jovens, na sua maioria recém tituladas/os universitárias/os que estám procurando o seu primeiro emprego. Há que ter em conta que no nosso País 37% das/os desempregadas/os que procuram o seu primeiro emprego tardam mais de 2 anos em ser contratadas/os, sendo as mulheres as que maioritariamente sofrem esta situaçom (26,5% tardam entre 1 e 2 anos e 19% tardam entre 6 meses e 1 ano). O que quer dizer que muitas estudantes que rematárom os seus estudos nestes dous anos de crise ficarám sem serviços sanitários gratuitos por nom terem atopado um posto de trabalho no mercado laboral galego.

Contra a crise capitalista e Espanha: auto-organizaçom juvenil face a Independência Nacional e Social de Gênero.

Sem autogoverno operário e popular, onde a juventude trabalhadora tenhamos poder para planificar e implementar com o conjunto do povo trabalhador uns planos económicos e sociais que defendam exclusivamente os nossos próprios interesses, a juventude continuará aprofundando na pobreza e na miséria.


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