Em primeiro lugar é desejo da CIG manifestar o nosso pesar polo falecimento do trabalhador Higínio Vivas Lopes, quando estava em labores de extinçom de um incêndio florestal na paróquia do Piornelo, concelho de Castrelo do Vale, e mostrar as nossas condolências aos familiares, amigos e companheiros do falecido.
A CIG denuncia publicamente o desmantelamento do operativo de extinçom de incêndios florestais da Junta da Galiza. Esta destruiçom do citado serviço é como consequência da falta de pessoal nas diferentes brigadas florestais para além de motobombas inoperativas pola falta de mantenemento.
Nos diferentes distritos florestais em que está dividida a Galiza há brigadas com duas e três vagas sem cobrir prejudicando tanto a operatividade da brigada como tal e o próprio serviço de emergência. Dá-se a circunstáncia de que no incêndio no concelho de Castrelo do Vale, onde faleceu o trabalhador, há brigadas do Serviço público de extinçom de fogos integradas por dous ou três trabalhadores. O pessoal do SPDCIF está suportando jornadas de mais de 10 horas, dando-se a ordem mesmo de nom retirar o pessoal para folgar. Aliás, estám as motobombas inoperativas por falta da correspondente inspeçom obrigatória e outras nas oficinas pendentes da sua retirada umha vez que a Conselharia do Meio Rural e do Mar faga efetivo o pagamento polo arranxo.
Aliás, a CIG solicitou a demissom imediata do Secretário Geral de Meio Rural e Montes, Tomás Fernández Couto por manifestaçons como as que fijo o passado dia 20 de março onde tivo o valor de dizer que nom iam aumentar os meios independemente de que vaiam queimadas mais de 5.300 hectares. Perguntamo-nos entom, e logo para quando mais meios?
Compostela, 27 de março de 2012.

