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260413 agrandalGaliza - NÓS-UP - Estamos numha época de perda de direitos e saqueio económico, mas também num momento de luitas sociais, e aqui em Salvaterra, dia após dia, estamos a demonstrar como nom pensamos permitir que bancos e políticos fiquem com o que é nosso.


E um bom exemplo disto encontramo-lo nas vizinhas e vizinhos que incansavelmente assistem a plenos e concentraçons, como som as pessoas afetadas polas preferentes ou a vizinhança que se vê privada do direito a assistência médica, como até agora no consultório de Leirado.

E entratnto, que fai Arturo Grandal, alcaide do PP de Salvaterra? Rodear-se de guardas civis e polícias, dificultar e até impedir a entrada do povo nos plenos ou mentir, mentir descaradamente e de maneira pública, como fazia estes últimos dias para a rádio da conferência episcopal espanhola:

Após estas declaraçons, nom podemos mais que dar luz ao que este senhor (por assim dizer) pretende dar por verdadeiro:

- Em todo o momento oculta e obvia que na mesma ordem do dia havia um ponto sobre o Consultório médico de Leirado, motivo polo qual vizinhas e vizinhos da paróquia também estavam ali.

- Arturo Grandal convoca um pleno extraordinário para 10 de abril sob a escusa falsa de urgência no envio a Madrid de documentaçom necessária para a construçom dum infantário em Salvaterra. Arturo apresentou umha orden do dia para esse pleno extraordinário com treze pontos porque contava com umha reuniom em Compostela das afetadas polas preferentes. Finalmente errou na tentativa.

- O povo de Salvaterra nom impossibilitou o desenvolvimento do pleno. Fôrom os berros de Arturo Grandal qual besta autoritária que impedírom a livre expressom da vizinhança.

- A continuaçom do pleno a porta fechada, com a única presença do PP, decidindo sobre o nosso futuro, nom é mais do que um pleno caciquista, um pleno autoritário e um pleno falto de vergonha. Lamentavelmente, é costume em Arturo e no PP esta atitude. Nom governam para nós.

- É informaçom pública a reforma que Arturo fez à sua casa atual em Monção após o seu casamento. Nom podemos, nem devemos esquecer que durante muitos anos ele vivia em Vigo. Salvaterra é para Arturo unicamente o seu eido particular para negócios e cacicadas de todo o tipo.

As mesmas palavras do alcaide do PP, "as familias som algo sagrado", devera aplicá-las para as respeitar nas instituiçons públicas que ficam inmovéis fronte aos roubos dos bancos a essas famílias "sagradas". PP, e também PSOE, aplicam, colaboram e justificam os cortes de direitos laborais, civis, educaçom, sanidade... A retirada do Consultório Médico de Leirado é mais umha conseqüência das suas políticas e um verdadeiro atentado contra muitas famílias.

De NÓS-Unidade Popular denunciamos publicamente o mundo de falsidade e mentiras no que Arturo Grandal vive a diário e no qual pretende fazer-nos viver a todos os vizinhos e vizinhas. Nom o devemos consentir, nom mais mentiras e enganos ao povo de Salvaterra.

Exigimos a demissom de Arturo Grandal e apelamos a vizinhança para que opte por forças galegas como NÓS-Unidade Popular tanto para Salvaterra como para a Galiza.


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