Estes terrenos pertencem à companhia Beteiligung, empresa que o juiz vincula a Mário Conde. O controvertido candidato à presidência da Junta da Galiza deve 27 mihons aos acionistas de Banesto após ser condenado por apropriaçom indevida.
O político espanhol candidato à presidência da Galiza recusou-se a pagar a quantidade roubada aduzindo que nom tinha dinheiro, mas umha sentença do Tribunal Supremo faculta ao juiz a embargar os bens suspeitos de serem propriedade do líder da formaçom direitista e nacionalista espanhola Sociedade Civil y Democracia.
Segundo informaçons da revista espanhola Interviú, os imóveis incluem um paço à beira da praia de Çan Botana, umha das máis valorizadas no mercado das existentes nos Países Cataláns.
Conde é, talvez, o candidato mais polémico dos que se apresentam às eleiçons na Galiza. Para além do seu passado corrupto é um inimigo declarado da identidade galego-portuguesa da Galiza, chegando a propor recentemente a supressom da matéria de língua e cultura galegas do sistema educativo galego.
Foto: Mário Conde, pode presumir de ser um adiantado ao seu tempo, como banqueiro iniciou a rapina que anos depois continuárom os seus colegas de profissom.

