O último passo nesta direçom foi a privatizaçom da gestom das sançons urbanísticas. A titular de Urbanismo Maria Pardo Valdês e o diretor da Área de Urbanismo Municipal José Ángel Oreiro Romar anunciárom a medida o passado dia 28 antes de que muit@s compostelan@s voltásemos das férias ou, cando menos, da desconexom informativa estival.
As razons argüidas por Maria Pardo son as habituais para a privatizaçom de serviços. A “impossibilidade” de contratar nov@s trabalhador @s municipais debido à política de cortes que Rajoi aplica obedecendo religiosamente as ordens de Madrid e “favorecer a eficácia do serviço, assegurando um maior nível de cobrança”. De modo algo cínico, Pardo alegou que no último exercício se concluírom e cobrárom apenas 6 dos quase 300 expedientes urbanísticos abertos, como se a gestom pública do servço tivesse relaçom com a sua ineficiência.
A vereadora, que se refere à conversom do serviço público num negocio privado como “colaboración privada” co Concello, anunciou o “éxito” da medida, que xa se aplica en outros servizos como Tráfico. Á espera de que coñezamos cal é aempresa amiga que se fará con este bocado, Maria Pardo anunciou, como se se tratase dunha novidade, que “o contrato non suporá nengún desembolso para o Concello”, pero a continuación afirmou que “se financiará a través dunha participación derivada das sancións impostas”, é dicir, a empresa cobrará dun ingreso que corresponde ao Concello. Seguiremos informando.


