O seu programa "Propostas para recarregar a Galiza" começava carregando contra o bipartido, ao que acusava, entre outras cousas de ser culpável de que "cada vez mais moços deixam a Galiza, apesar da crise, com o fim de conseguir emprego: em 2007, 11.540 moços galegos". Os últimos dados, de 2010, apontam a que 30.000 galegos emigram cada ano.
É todo culpa da recesom mundial? Influi que o PP nom executasse algumha das suas promessas?
Promessas incumpridas
Por exemplo, os conservadores comprometeron "un programa mixto de emprego e formación para mozos desempregados menores de 25 anos. Constará dunha etapa formativa e outra prática onde se perciba unha retribución correspondente ao 75% do salario mínimo interprofesional". Na web de axudas da Consellería de Traballo pode comprobarse que non hai activo ningún programa parecido ao comprometido.
O mesmo sucede co "programa de formación e emprego para desempregados maiores de 25 anos" que buscaba "a realización de obras e servizos de interese social e xeral, percibindo unha retribución equivalente a 1,5 veces o salarío mínimo".
O PPdeG tamén prometeu que "implicaremos aos medios de comunicación públicos da Galiza para posto en marcha, neles, dun Canal Emprego Galiza como medio de información a traballadores e desempregados". Na web da CRTVG non hai ningún "Canal Emprego Galiza" nin se coñecen plans para lanzalo.
Feijóo tamén dixo que faría "accións formativas co compromiso de formación" a través dun "campus de formación profesional de prestixio internacional ou ca creación de Centros de Formación para Construcción, Automoción, Medio Ambiente, Enerxías Renovables, etc.". O certo é que o Goberno Galego non lanzou ningún deses centros de formación.
Promesas cumpridas
No lado positivo da balança, o líder conservador sim cumpriu a sua promessa de criar um Esritório Virtual de Emprego e de apresentar um plano integral para a formaçom de moços e outro para fomentar a igualdade de género.
O PP comprometeu também um "Plano Para o Autónomo 2009-2013" que nom existe como tal, pero si varias linhas de ajudas para a promoçom do emprego autónomo, ainda com umhas condiçons mui determinadas. Algo similar sucede co "reforzamento das escolas obradoiros e os obradoiros de empregos", há linhas de ajudas, mas com umha quantia tam pequena que o impacto real é mui reduzido.
Balanço final: a objetividade, e frialdade, dos números
Contodo, o resultado no eido do emprego desta legislatura nom é positivo. A Galiza começou o mandato, em abril de 2009, de Nunez Feijóo com 210.882 desempregados e encerra-o com um desemprego de 269.203. Quer dizer, um aumento de 27,65% em 3 anos e meio. Só nos últimos doze meses o desemprego cresceu 15,26%, segundo dados da própria Junta. Segundo dados do INE, a situaçom é pior. Na Galiza há mais de 275.000 desempregados.
A comparativa a nível estatal tampouco é positiva para os conservadores. Cando reconquistaron San Caetano, a taxa do desemprego era do 12,93 segundo o INE, enquano que hoje está em 21,07 por cento. Nese mesmo período o Estado espanhol passou do 17,92 a 24,63 por cento. Quer dizer, a Galiza tinha um diferencial positivo de 9,78 pontos, e agora só tem 3,56.
Feijóo também falava de pleno emprego
Determinar se está perda do ritmo de confluência com o Estado é culpa do Executivo de Sam Caetano ou das circunstáncias macroeconómicas estatais e globais é um dos dilemas que resolverám os eleitores o próximo 21 de outubro.
O que é evidente é que Feijóo ficou por baixo do prometido. De facto, quando a oposiçom critica a falta de políticas ativas de emprego é habitual ver o mandatário 'popular' no Parlamento exibindo um cartaz eleitoral de José Luís Rodríguez Zapatero prometendo o pleno emprego.
É pena que Feijó09 também prometesse na página 48 das 236 que tinha o seu "compromisso por Galiza" umha série de "medidas para chegar ao pleno emprego".


