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feijoo da mao de madridGaliza - Sermos Galiza - É "a data mais acaída em termos económicos", segundo valorizou o presidente da Junta, Alberto Núnez Feijoo, na conferência de imprensa posterior ao Conselho extraordinário da Junta decorrido esta segunda-feira e no qual foi aprovado o decreto que disolverá o Parlamento 54 dias antes dos comícios, cumprindo deste jeito com o disposto na lei eleitoral.


E por fim, rachou o silêncio. O presidente da Junta da Galiza, Alberto Núñez Feijóo, vem de confirmar que a Galiza irá a rebufo do País Basco, após fazer coincidir as eleiçons com as bascas a 21 de outubro, "a data mais acaída em termos económicos", segundo vem de anunciar na conferência de imprensa posterior ao Conselho extraordinário da Junta desta segunda-feira. Era o primeiro passo para o adianto em cumprimento com a lei eleitoral, que fixa um prazo de 54 dias para disolver o Parlamento antes dos comícios. No Conselho aprovou-se o decreto para o disolver.

Será esta a segunda vez em que as eleiçons nacionais galegas e bascas decorram na mesma data, como acontecera em 2009. De facto, Feijóo reconheceu na sua comparecência que a decisom do lehendakari Patxi López foi a que motivou que tampouco na Galiza se aguarde a março, quando se esgotaria a legislatura, e dixo que a decisom fora tomada "com a mesma responsabilidade" com a que governa a Galiza desde o 1 de março de há três anos. O que non recoñeceu Feijóo foi bailar ao son que toca o presidente espanhol, Mariano Rajoy. Dixo que em Madrid aceitárom a decisom tomada, mais que nada tivo a ver Rajoy na mesma. A oposiçom discrepa: acussa o mandatario autonómico de fixar a data ao ditado de Rajoy, que atrasaria o anúncio de novos cortes ao dia depois do encontro com as urnas que tenhem galeg@s e basc@s, e cuja campanha eleitoral arrancará o próximo 5 de outubro, quinze dias antes.

"Esta data é a que brinda a maior estabilidade para a Galiza, autonomamente e como parte do estado", afirmou Feijóo, apuntando tres razóns: a "necessária planificaçom económica" que esixe un momento "de extraordinária dificuldade" como o que estamos a viver hoje, para que o futuro presidente da Galiza poda desenvolver as contas do ano 2013 desde o minuto zero do seu mandato, sem que a convocatória eleitoral cadre semanas depois de estarem aquelas aprovadas. O segundo argumento do presidente galego foi "o respeito aos cidadaos" e a procura "dum maior entendimento" entre as forças políticas galegas. E o derradeiro, a decisom de Patxi López.

Carga contra a oposiçom por nom quererem reduzir o Parlamento...

Entre tanto, e seguindo conselhos ouvidos dentro do próprio PP, o político dos Peares decidiu desistir das suas intençons de dar umha dentallada à democracia reduzindo o número de deputad@s no Parlamento galego e criar para a formaçom conservadora o cenário sonhado. O Estatuto fixa un abano entre 60 e 80 escanos, polo que chegaria com umha modificaçom na lei eleitoral para rebaixar o número atual, 75, até o mínimo permitido ao abeiro desta norma, 61 --o número ímpar mais baixo--. Cos resultados de 2009, num Parlamento de 61 deputad@s, Feijóo teria 32 --dos 38 atuais sobre 75--. Porém, na conferência de imprensa, aproveitou Feijóo para assinalar que o objetivo de tal medida era "reduzir os custos que supom o Parlamento em impostos dos cidadaos", e arremeteu contra BNG e PSOE por se oporem, umha atitude que qualificou de "improdutiva e de desuniom".

...e presume da criaçom de emprego

Mais finalmente as petiçons de "jogo limpo" e de umhas eleiçons sem "pucheirazo" que chegárom desde as filas das outras duas forças com representaçom parlamentar, BNG e PSOE, saírom adiante. "De Galiza e para Espanha", falou de lealdade ao Estado espanhol e dixo que era o nosso o território "mais estável" de um ponto de vista económico. Prometeu apresentar os orçamentos nada mais conhecerem-se os resultados eleitorais e, ainda sabendo que, com quase 265 mil pessoas en situaçom de desemprego tomando as cifras de julho e que durante os tres anos e meio que leva à fronte da Junta registárom-se as taxas de desemprego mais altas dos últimos anos, para além dos cortes aos que submeteu dous direitos fundamentais como som a saúde e a educaçom, o mandatário presumiu de ter criado emprego público "nos serviços sociais, na educaçom pública e a construçom de novos hospitais".


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