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230812-logo-pp-ponteareasGaliza - Nós-UP - Afirmava há um tempo umha “jornalista” que nom publicava muitos dos comunicados emitidos pola nossa organizaçom porque “nom guardávamos as formas”. Chamar ladrons aos membros do PP, PSOE, BNG, IU ou qualquer força política que nom aposte numha via revolucionária para deixar atrás este sistema é para a “jornalista” intolerável. Lamentavelmente desconhecemos qual é o seu parecer a respeito do ataque que está a sofrer a classe trabalhadora a maos das e dos representantes das burguesias espanhola e galega, subalternas da alemá.


Toda a família política que inicia o governo de Ponte Areias com o golpe de Estado fascista de 1936, e que se perpetua com Pepe Castro depois da chamada “Transiçom”, é responsável pola situaçom de colapso que atualmente padece o nosso Concelho. No governo, mudárom com os anos a embalagem, passando das estruturas do franquismo à ” Unión del Condado”, de AP a PP, UCPA, ACIP… mas fôrom e som os mesmos, e som os responsáveis pola atual situaçom. O bipartido de Candeira-Mera nom foi mais que o fruto dum malentendido entre as divergências da direita local. Desde o ano 36 até hoje mesmo, em colaboraçom com parte do empresariado local, por meio de centenas de enchufados na cámara municipal a direita tem tecido umha das redes caciquistas mais fortes da Galiza, que permitiu a sua perpetuaçom no poder até finalmente trazer o Concelho para o colapso.

É necessário assinalar que todos eles figérom negócio à custa das arcas municipais. As suas famílias tenhem-se beneficiado e atingido um status a golpe de favorecer os seus e deixar fora quem nom fosse do círculo da direita local. Televisom, “Bombeiros”, CIM, Biblioteca, Centro de Desenvolvimento local, organismos dependentes do Concelho e nas empresas cúmplices que venhem apoiando historicamente as campanhas eleitorais da direita, por toda a parte favorecidos vivendo do dinheiro da maioria social.

Um caso que pode servir de exemplo da combinaçom de falta de escrúpulos, baixeza moral e ambiçom desse bando que som os José e Nava Castro, Solla, Carrera… é o acontecido com a Escola Municipal de Ponte Areias, com o Conservatório ou com a estaçom de autocarros, cuja gestom corresponderia à Junta da Galiza, mas que asumiu o governo local , ainda estando afogado em dívidas para poder colocar parte da sua gente e alimentar assim a referida rede caciquista.

De NÓS-Unidade Popular manifestamo-nos contra do engano e da política do medo à populaçom. A intervençom ao Concelho de Ponte Areias ou o plano de ajuste que a evitaria, som a mesma cousa: cortar serviços e direitos ao mesmo povo trabalhador que os possibilita através da riqueza criada por meio do seu trabalho. O que o PP fai, cumprindo com as exigências patronais e da banca, é destinar essa riqueza aos petos destes; nem mais, nem menos. As conseqüências, como o empobrecimento da populaçom, diminuiçom da qualidade ou supressom de serviços básicos, aumento de mortes derivadas da privatizaçom da sanidade e abandono da pública… nom lhes importam. Se o capitalismo se baseia no roubo dos patrons à classe trabalhadora, em momentos de crise como o atual, o roubo continua e incrementa-se.

Apelamos à mobilizaçom e à luita, às açons individuais contra o capital, mas também e especialmnte às coletivas. Animamos a que contatedes com a nossa organizaçom, porque será só por meio da luita organizada que poderemos parar a ofensiva do capital e sentar as bases dum novo sistema de organizaçom social mais necessáro do que nunca.

Foto:Ponte Areias Digital


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