A vereadora de Normalizaçom Lingüística declarou a pé de rua que o 17 de maio é um dia de festa “para a nossa língua, o maior património com o que contamos, símbolo de identidade que nos vencelha a todos como galegos”. À mesma hora que a edila cenificava a sua galeguidade de dia festivo, decenas de milhares manifestavam-se polas ruas de Compostela para exigir “que parem os ataques institucionais contra a língua”. De facto, por segunda vez, a equipa de governo em que se integra a vereadora boicotara a manifestaçom privando-a de licenças municipais para a logística do ato.
O grupo municipal do PP nom tem o galego na sua agenda. Assim, o demonstra a recepçom da alcaldía à ultra Glória Lago de Galicia Bilingüe, o boicote municipal ao Correlíngua, a tentativa de impedir através da denegaçom de licenças a manifestaçom nacional do 17-M e o perfil espanholista dos membros do grupo municipal. Com o espanhol como língua A e nengumha vontade de cumprir as responsabilidades com o Galego que lhes correspondem como cargos institucionais, à equipa de pequenos mequetrefes sem raízes que detenta o governo de Compostela só lhe resta como prática normalizadora a simulaçom e o disfarce.


