Partindo da descriçom realizada pola Junta Geral do Reino da Galiza*, celebrada na catedral de Lugo no 15 de Fevereiro de 1669, quigemos pôr um novo grau de areia na promoçom do conhecimento e divulgaçom deste acontecer histórico. Nom está de mais agradecer todos os trabalhos prévios de muita gente que já tem trabalhado no mesmo assunto; mas queremos somar umha nova opçom. Os critérios empregados nom fôrom fundamentalmente estéticos. Pensamos mais em questons como o equilíbrio, versatilidade, iconicidade, facilidade de reproduçom em diferentes técnicas...
Fazemos isto desde a humildade militante e desde o respeito a todas as ideias que se fagam de aqui em diante.
Oxalá podamos, entre todas, optar entre muitas possibilidades.
Também sabemos que logo escuitaremos a sérios eruditos e eminências livrescas que saberám, como nom!?, criticar a nossa achega porque nom acertamos com a tipologia habitual das representaçons draconianas altomedievais. Figemos o que puidemos.
*"(...) de aqui tivo princípio e se originou apagar o dragom verde e o leom vermelho (armas dos Reis Suevos que no seu tempo tinham neste reino sua corte) e transladar ao dourado campo do escudo das duas armas, a Hóstia, nom dentro do copo sacramental oculta (...)".

