O festival contará com a actuaçom de Quempalhou, que vem de editar o seu quarto disco, como ponto cume da jornada. Atuará também o grupo anfitriom, Tumba e Dá-lhe, junto com Tanto Nos Tem e Os Modernos.
Para além dos shows da noite, a organizaçom prevê atividades ao longo de toda a jornada. Entre elas, a organizaçom dum roteiro polo Masma, o rio que atravesa o concelho e à beira do qual decorrerá o festival. O fim é reivindicar a valorizaçom deste espaço que no seu momento constituíu também um importante motor económico para o concelho de Barreiros, e em torno ao qual centra este ano a sua atividade o Coletivo Cultural Olhomau com o fin de reivindicar os recursos económicos e naturais da zona.
Já ao meio-dia começarám as atuaçons musicais do Grupo Arandela do Ínicio, que acompanharám o resto da jornada. Ao longo da tarde, terám lugar diversos obradoiros de dança, instrumentos musicais e artesania e o I Aberto de Bilharda do Masma. Atividades para as que a organizaçom contará com a colaboraçom doutras associaçons locais, como O Arco da Velha ou O Varal, com o intuito de estabelecer parcerias com o tecido cívico da zona.
O espaço da festa estará animado além do mais por numerosos postos de artesania (instrumentos musicais, alimentaçom, complementos...). Para o jantar, a organizaçom contará com refeiçons e bebidas a preços módicos.
A iniciativa, em palavras da presidenta do Coletivo cultural Olhomau, Tamara Rubinhos, pretende ser um espaço no que se dêm encontro “as pessoas afeiçoadas a esta música e os numerosos músicos e músicas que há ao longo de toda a Marinha”. O festival, explica o componente de Tumba e Dá-lhe, Joám Manuel Dias Branco, nasce com vocaçom de continuidade e perante a necessidade de criar na costa marinhá um festival referente para a música do país com vocaçom de continuidade.

