À marcha, celebrada o domingo a meio-dia em Compostela, assistírom vários centenares de pessoas, um número bastante inferior ao das mobilizaçons anteriores da mesma plataforma.
Em defesa da terra e a gente
Os conflitos da incineradora do Irijo, os eólicos da Serra do Galinheiro e a mina de Corcoesto fôrom os protagonistas na marcha do domingo, por ser os mais ativos na atualidade. Também se fijo notar a presença da solidariedade com os presos e presas independentistas, com os ativistas de Ceivar portando a sua tradicional faixa na praça da Galiza. No entanto, salientou a ausência de qualquer partido político, imersos na campanha das eleiçons autonómicas, mesmo os que em anteriores ocasions sim aderiram à convocatória. Como exceçom, somente o Partido da Terra, que também apresenta candidaturas, participou na manifestaçom e aproveitou para repartir envelopes com semente de repolo.
Os manifestantes coreárom berros contra a destruiçom do território. No ato final, o portavoz de GNSV, Garcia MC, leu o manifesto em que a plataforma denunciava a crise como "ataque do poder globalizado contra os direitos conquistados em anos de luita", e reclamando "defendermos nós o nosso futuro".
Contra o "Bloco Socialista Popular"
Como é habitual em GNSV desde a sua fundaçom, o ato final misturou a comédia e o teatro com um "juízo popular" contra o representante dos partidos parlamentares. Assim, o personagem Pedro Reganosa, do partido que mistura o nome do BNG, PSOE e PP, foi acusado das agressons à terra, à língua e aos direitos sociais, e condenado polo jurado popular a se molhar na "chungatrona".
Fotografia do Sermos Galiza.


