Além disso, denunciam que nom foram informadas nem apercebidas da expropriaçom forçosa desses terrenos, e venhem de se constituir na plataforma vizinhal "Salvar o Bosque Cerdedelo" e estám a se manifestar para tratar de parar a tala de árvores “centenárias” e mesmo “milenárias”, se bem já foram taladas perto de duzentas árvores, entre castinheiros, cereijeiras e nogueiras.
As vizinhas dim sentir-se completamente enganadas e assinalam que “desconheciam” os pormenores das obras do AVE: “Nom há dinheiro para comer, para sanidade e para educaçom, e sim para o AVE?”.
Ninguém lhes digera nada dumha ampliaçom da superfície inicial prevista para a realizaçom dos trabalhos, que se passou dos iniciais 190.000 metros quadrados até os 450.000, que afetam diretamente o bosque.
Foto: Abordagem


