Violência policial nom desluziu actos da juventude rebelde
A quem tocou sofrer essa violência reprimida, producto do auto-ódio e de do rechaço ao diferente, foi desta volta à juventude rebelde que participa da manifestaçom da Jornada de Rebeliom Juvenil de Briga na noite do 24 de Julho.
Sem que mediasse prévio aviso, sem nengum tipo de provocaçom por parte dos e das manifestantes, a mobilizaçom foi violentamente atacada polas forças de choque da Polícia Espanhola.
O lugar foi nesta ocasiom umha Porta Faxeira ateigada de gente (o que provocou que houvesse testemunhos certos); mas a resistência da juventude agredida foi exemplar e transladou o conflicto contra a polícia e o que ela representa a toda a cidade velha, dando um exemplo de coragem e dignidade.
Duas pessoas hospitalizadas e dúzias de feridas foi o balanço da agressom policial que merece a mais rotunda condena de todas as pessoas que desejamos e nos afirmamos verdadeir@s democratas. Mas só som (por agora) a consequência mais grave da militarizaçom inevitável do estado espanhol. Há muitos exemplos mais, sofridos por pessoas anónimas ou forças políticas na noite do fim-de-semana do 24 e do 25 de Julho. Sabemos que a simples condena nom solucionará o problema para o próximo ano, só a auto-organizaçom e a luita popular poderám parar a ofensiva reaccionária; nós, o estudantado da esquerda independentista, vamos a isso.


