Trata-se, informa a CIG, de 3 convénios de só umha Conselharia, assinados só num quadrimestre: só convénios, nem subsídios, nem anúncios diretos. Apesar da crise, a propaganda e os serviços prestados som generosamente premiados polo governo da autonomia da Galiza, com quase meio milhom de euros, enquanto se corta em educaçom, saúde, direitos laborais, e se fam despedimentos, seqüestros de pagas extra e outras medidas restritivas, mesmo abrindo a porta a despedimentos massivos no setor público.
A denúnica da CIG aponta para factos como o que comentamos, bem como para os resgates bancários, para pôr de manifesto as contradiçons e injustiças que caraterizam as políticas atuais ditas de "austeridade".
Os referidos três convénios de colaboraçom tenhem como colaboradoras a Editora Compostela, S.A., La Voz da Galicia, S.A. e El Progreso de Lugo, S.L. no valor de 150.000 euros cada umha. A obediência informativa desses meios é premiada de maneira suculenta com o dinheiro de todas as galegas e galegos, dos que votárom no PP (um em cada quatro)... e dos outros três.
A CIG-Autonómica garante que vai continuar a denunciar as práticas nepóticas do Governo do PP e reclama o fim dos acordos que permitem repartir dinheiro público entre "grupos de pressom de modo pouco transparente e com a única finalidade de autopromoçom". A central exige que se deixe de manipular com o nosso próprio dinheiro enquanto se pedem novos esforços à classe trabalhadora.


