Os organizadores prevém apresentar a campanha no Terractiva de Arçua, nos dias 17 e 18 de dezembro, mas continuará com eventos lúdico-reivindicativos em distintas vilas e cidades do país. Umha primeira proposta para a imagem da campanha, que consistirá na venda de umha série de produtos de mechandasing (calendários de peto, crachás e guarda-chuvas), é a que se apresenta na fotografia, mas nom se sabe se será a definitiva. Os materias serám postos à venda nos citados eventos, em páginas web, e através de dez farmácias implicadas com os meios de comunicaçom em galego.
Os meios implicados
De momento, conforme pudo saber o galizalivre.org, estám envolvidos na campanha o Praza Pública, Galicia Confidencial -meio que também admite o espanhol como língua nas colaboraçons e algumha crónica-, Novas da Galiza, Tempos Novos, Radiofusión, Que pasa na Costa, ovalmiñor.info, O Sil, Certo, Terra Cha Xa e Crónica3. O projeto de semanário vinculado à linha oficial do BNG, o Sermos Galiza, ainda nom confirmou a sua participaçom; o outro novo meio em galego que está em preparamento, o Dioivo (que lançou já um vídeo promocional na sua web http://www.dioivo.eu/ e através das redes sociais), está a estudar somar-se ou nom à iniciativa. Na campanha participarám também coletivos de defesa da língua, como AGAL e ProLingua, e a Mesa, que está por confirmar.
Dos meios em galego e comunitários, em chave militante e nacional, apenas Novas da Galiza recebeu convite a fazer parte da proposta, obviando galizacontrainfo.org, Diário Liberdade ou este meio.
Umha nova Associaçom de Meios Escritos em Galego
Os promotores visam também a criaçom, a meio prazo, de umha nova AME -a que existe atualmente apenas agrupa Tempos Novos e O Sil- com meios em galego em suporte digital ou físico.


