Um erro dos partidos comunistas no seu início, com a perspetiva que dá a distancia, e a compreensom de que nas mesmas cirscunstáncias poderiamos ter feito o mesmo, foi a ideia dum partido único que dirige as massas e a importancia que se lhe otorgou ao líder. Este partidismo único degenerou em ditaduras totalitárias, e o liderado adorativo em ditaduras pessoais. A máxima expressom disso seria o Stalinismo, mais perto dos fascismos e ultra nacionalismos em certos aspectos do que do próprio socialismo e comunismo Marxista.
Há que reconhecer que os partidos comunistas estivérom presentes na maioria de luitas de libertaçom. Anti-imperialistas, movimentos de direitos civis... e fôrom incorparando o pensamento ecologista, feminista, os direitos dos povos originários etc. ... Fôrom também, muitas vezes, os que mais sacrifícios e sangue pugérom.
Os partidos comunistas devem avançar no abandono da ideia de ser os unicos capacitados para dirigir o povo. Que o povo se pode dirigir por si próprio. Que focar demasiado num líder pode degenerar no autoritarismo. Isto digo-o pensando no nosso país, a Galiza, na importáncia que tivo a UPG, e o que tenhem certos partidos comunistas como vertebradores, mas nom possedores da verdade absoluta.
Foto: Revolución do Proletariado

