Com máxima pontualidade, Ilduara Medranho deu a palavra Carlos Morais, encarregado de realizar umha introduçom ao livro do veterano jornalista e militante comunista português.
Posteriormente, Miguel Urbano, após manifestar a sua satisfaçom por poder estar novamente na Galiza, realizou umha breve exposiçom sobre as motivaçons de "Enquanto a memória responde", para dar passagem a um longo colóquio de mais de duas horas onde respondeu a diversas inquietaçons das pessoas presentes.
Miguel transmitiu a sua opiniom sobre a refundaçom da equerda, a necessidade da coordenaçom internacional das luitas, a evoluçom e tendências em curso da Revoluçom cubana, a perceçom do povo português sobre a realidade nacional da Galiza, o processo de negociaçom das FARC-EP com o governo colombiano, a situaçom e futuro da revoluçom bolivariana.
A apresentaçom de "Enquanto a memória responde" foi um ato de afirmaçom revolucionária, da vigência do marxismo-leninismo, da máxima urgência de seguir construindo partidos comunistas para luitar contra a ofensiva burguesa e pola Revoluçom socialista, descartando o eleitoralismo e preparando o movimento obreiro e popular para tomar o poder.