A burguesia emprega a atual etapa de crise sistémica do capitalismo para justificar a implementaçom, dia após dia, de medidas de austeridade.
Aumento a taxa de empobrecimento, umha de cada cinco pessoas da Galiza vive sob o limiar da pobreza; os ricos som cada vez mais ricos, aumenta a diferença entre classes; sofremos contínuos cortes em educaçom, políticas sociais e saúde; os bancos despejárom 446 famílias na cidade no que vai de ano; existem contradiçons sangrantes de milhares de prédios vazios e centenares de pessoas dormindo na rua; continua perda de poder aquisitivo da classe trabalhadora (21% desde 2007).
Perante este quadro o Estado espanhol, através dos seus mecanismos de repressom, por meio das forças policiais, tentam evitar, mediante todos os meios possíveis, que o povo trabalhador desperte e avance face a rebeliom popular.
A presença maciça de agentes da polícia espanhola nas ruas de Vigo é umha evidência contrastada nos últimos meses. O passeio do Calvário ou a praça da Princesa som dous pontos onde habitualmente permanecem durante as horas do dia. Durante a noite, um helicóptero “vigia” a cidade, provocando um ruído atroador que ameaça o descanso e intimida a vizinhança.
Da Assembleia Comarcal de NÓS-UP de Vigo denunciamos a abafante presença policial nas ruas, e exigimos que se aplique a austeridade do governo. Que invista o dinheiro em políticas de fomento de emprego numha cidade com perto de 40.000 desempregadas. Mais trabalho e menos polícia.
Foto: Nós-UP

