Até este ano, qualquer pessoa que trabalhara na administraçom pública tinha direito a dispor de 9 dias de livre disposiçom, quer dizer, 9 folgas que, no caso das jornadas especiais, nem sequer muitas vezes eram de livre disposiçom, senom que eram as gerências as que "indicavam" quando havia que colher esses dias. A partir do ano que vem eses dias de folga ficam reduzidos a 3. Som 6 dias menos que o pessoal vai ter, mais som também muitas menos horas a substituir, e, portanto, menos contrataçom.
Estes som os cálculos realizados pola CIG-Saúde:
* Para o ano 2012, os orçamentos da Galiza contemplavam no capítulo I orçamento para 34.723 pessoas empregadas no quadro de pessoal do SERGAS, entre fixas e interinas.
* Se passarmos os 6 dias de folga que se perdem a horas, saem 42 horas em média que o pessoal vai ter que fazer a mais da sua jornada.
* Tendo em conta que nom se vem substituíndo todo o pessoal, senom aproximadamente 57%, seriam 20.000 pessoas que deixariam de ser substituídas.
* Quer dizer, 20.000 pessoas por 42 hs de jornada que vam fazer a mais, e, portanto, que nom vam ser substituídas, fam um total de 840.000 horas de jornada que vam deixar de fazer pessoas contratadas das listagens de vinculaçons temporáriais.
* Tendo em conta a jornada máxima estabelecida no SERGAS, 1.624 hs anuais, som um total de 517 postos de trabalho que se perdem, já que nom se vam contratar polas listagens de contrataçom. Se tivéssemos em conta a jornada de turnos rotatórios (1.449 hs no caso da quenda fixa nocturna) ainda sairiam mais postos de trabalho perdidos por esta medida que o senhor Rajoy impom com a pasividade e o beneplácito de Feijoo e a Conselheira.
E isto sem levar em conta os dias adicionais de férias e livre disposiçom por antigüidade, que tamén son eliminados no Decretazo de Rajoy, e que suporiam quase o dobro de postos de trabalho perdidos.
