O movimento também prestou apoio aos paulistanos que saíram às ruas em defesa do passe livre contra a violência policial registrada em São Paulo na última quinta-feira (13/06).
Segundo os manifestantes, grande parte das insatisfações se dão pela reajuste da tarifa do ônibus, que hoje custa R$ 2,80 (no fim do ano passado, o valor era R$ 2,65). Os manifestantes querem o retorno ao valor anterior e alegam que já há previsão de aumento, em acordo estabelecido entre empresários e prefeitura, para o fim do ano.
Os participantes reuniram-se na Praça da Savassi, passaram pela Praça da Liberdade, pela Prefeitura de Belo Horizonte, Praça Sete e chegaram até a Praça da Estação. Segundo a PM, o protesto seguiu com tranquilidade.![]()
Acompanhada de perto por 30 policiais do Batalhão de Choque da PM, a manifestação foi pacífica. Não houve nenhum tipo de confronto com policiais. O comando da polícia disse que vai fazer um boletim de ocorrência a ser encaminhado ao desembargador responsável pela liminar que estabelece prisão e aplicação de multas diárias no valor de R$ 500 mil para os líderes dos protestos.
Segundo o tenente-coronel, Roberto Lemos, comandante do batalhão de trânsito, todos os líderes dos movimentos estão sendo identificados através do sistema de monitoramento de câmeras denominado olho-vivo. Oito líderes foram identificados pela Polícia Militar.
Uma liminar do desembargador Carlos Augusto de Barros Levenhagen, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, havia proibido a manifestação em vias públicas durante a Copa das Confederações.
Foto abaixo por Cristina Moreno de Castro (extraído de http://kikacastro.wordpress.com)

